Como conseguir concluir o seu Ironman ou 70.3: preparação, mentalidade e memórias da prova

Como ter sucesso no Ironman ou no 70.3: preparação, força mental e memórias da prova

Ter sucesso num Ironman ou num triatlo 70.3 não significa apenas ser capaz de nadar, pedalar e correr durante muito tempo. Significa conseguir encadear três disciplinas, gerir a energia, manter a lucidez nos momentos difíceis e cortar a meta com a sensação de ter dado tudo.

Quer esteja a preparar o seu primeiro 70.3, o seu primeiro Ironman completo ou simplesmente a tentar melhorar o seu desempenho, uma coisa é certa: este tipo de prova prepara-se muito antes do dia da competição.

A época alta dos triatlos é frequentemente um período intenso. Os treinos sucedem-se, os objetivos aproximam-se, as conversas giram em torno do equipamento, da nutrição, do tempo, do percurso de ciclismo ou ainda da escolha das sapatilhas para a corrida. Mas, para ter sucesso no Ironman ou no 70.3, é sobretudo necessário encontrar o equilíbrio certo entre preparação física, recuperação, força mental e prazer.

 

Compreender a diferença entre Ironman e 70.3

Antes de falar sobre a preparação, é preciso compreender bem os formatos.

Um triatlo 70.3, frequentemente chamado Half Ironman, inclui geralmente 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. É já uma prova exigente, que requer várias horas de esforço e uma verdadeira estratégia.

Um Ironman completo vai ainda mais longe, com 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e uma maratona, ou seja, 42,195 km de corrida. É uma prova mítica no mundo do triatlo, tanto pela sua dificuldade física como pela sua dimensão mental.

Em ambos os casos, o objetivo não é apenas ser forte numa disciplina. É preciso ser capaz de completar as três sem quebrar.

 

Construir uma preparação regular

A regularidade é provavelmente o elemento mais importante para ter sucesso no Ironman ou no 70.3. É preferível treinar corretamente durante todo o ano do que tentar recuperar tudo nas últimas semanas.

Uma boa preparação para um triatlo deve integrar as três disciplinas: natação, ciclismo e corrida. O ciclismo representa frequentemente a maior parte da prova em termos de duração, mas não se deve negligenciar a natação nem a corrida. Uma natação mal dominada pode afetar desde logo a moral no início da prova. Um ciclismo demasiado intenso pode arruinar a meia maratona ou a maratona que se segue.

O ideal é construir uma progressão coerente, com semanas mais exigentes, semanas mais leves e, sobretudo, recuperação. Muitos triatletas amadores cometem o erro de encadear sessões sem realmente assimilar o trabalho. No entanto, é durante a recuperação que o corpo progride.

 

Não subestimar as transições

No triatlo, as transições fazem parte da prova. Passar da natação para o ciclismo e, depois, do ciclismo para a corrida exige organização.

Antes do dia da prova, é importante testar o equipamento, a forma de o organizar, as sapatilhas, o capacete, o cinto porta-dorsal, os óculos, o relógio e a nutrição. Quanto mais automatizados forem os gestos, menos energia mental perderá durante a prova.

Num 70.3 ou num Ironman, perder alguns minutos na transição não é necessariamente dramático. Mas uma transição mal preparada pode gerar stress, causar um esquecimento ou levar a uma má partida na disciplina seguinte.

 

Testar a nutrição antes da prova

A nutrição é um dos pilares do sucesso no Ironman e no 70.3. Mesmo com uma excelente condição física, uma má gestão da alimentação pode transformar a prova num verdadeiro calvário.

Nunca se deve experimentar a nutrição no dia da prova. Géis, barras, bebidas energéticas, bananas, purés de fruta, sanduíches salgadas: tudo deve ser testado nos treinos. Cada triatleta digere de forma diferente. O que funciona para um amigo ou para um atleta profissional pode não funcionar necessariamente consigo.

O mais importante é encontrar uma estratégia simples, regular e realista. Em longas distâncias, é preciso comer e beber antes de ter fome ou sede. Esperar pelos primeiros sinais de fadiga é muitas vezes esperar demasiado.

 

Gerir o esforço desde a partida

Um dos erros mais frequentes num Ironman ou 70.3 é partir demasiado depressa.

O ambiente da partida, a adrenalina, os outros concorrentes, o público: tudo leva a fazer demasiado. No entanto, o sucesso depende muitas vezes da capacidade de manter a calma. Neste tipo de prova, é preciso aceitar conter-se no início para ainda conseguir avançar corretamente no final.

Na natação, é melhor encontrar o seu ritmo do que ficar no limite logo nos primeiros minutos. No ciclismo, é preciso evitar pedalar acima das próprias capacidades, mesmo que as pernas pareçam estar bem. Na corrida, os primeiros quilómetros devem ser controlados. O verdadeiro triatlo começa muitas vezes quando chega a fadiga.

Concluir um Ironman não é ter uma primeira hora excelente. É continuar sólido na última.

 

Preparar a força mental

A força mental desempenha um papel enorme num triatlo de longa distância. Mesmo com uma preparação séria, haverá quase sempre um momento difícil.

Uma quebra de energia, uma dor, uma dúvida, condições meteorológicas complicadas, um momento difícil no ciclismo ou na corrida: estes momentos fazem parte da experiência. É preciso antecipá-los.

Uma boa forma de lidar com elas é dividir a prova em pequenas etapas. Não pense diretamente na meta. Pense em chegar à próxima boia, ao próximo abastecimento, à próxima aldeia, ao próximo quilómetro. No Ironman, avançar passo a passo é muitas vezes a melhor estratégia.

A força mental não consiste em ignorar a dificuldade. Consiste em continuar a avançar apesar dela.

 

Escolher o equipamento certo sem cair nos excessos

O equipamento é importante no triatlo, sobretudo em longas distâncias. Uma bicicleta bem afinada, um fato de neoprene adequado, sapatos confortáveis e um equipamento testado podem fazer uma verdadeira diferença.

Mas o equipamento nunca substitui o treino. É preciso evitar mudar demasiadas coisas à medida que a prova se aproxima. Um selim novo, um novo par de sapatos ou um fato de neoprene não testado podem criar mais problemas do que benefícios.

A regra é simples: nada de novo no dia da prova.

 

Desfrutar da chegada

Atravessar a meta de um Ironman ou de um 70.3 é um momento especial. Quer o objetivo seja terminar, bater um tempo ou qualificar-se para outra prova, a medalha representa muito mais do que um simples objeto.

Recorda as semanas de treino, os sacrifícios, as dúvidas, os treinos longos, os despertares madrugadores, as sessões difíceis e a satisfação de ter terminado.

É também por isso que os presentes relacionados com o triatlo funcionam tão bem. Um triatleta não precisa apenas de equipamento. Também gosta de guardar um registo das suas provas, dos seus dorsais, das suas medalhas e dos seus tempos.

 

Uma ideia de presente para um triatleta, para o Dia do Pai ou o Dia da Mãe

Em plena época de triatlo, não faltam ocasiões para oferecer um presente a um desportista: o primeiro Ironman, o primeiro 70.3, um objetivo alcançado, um aniversário, o Dia do Pai ou o Dia da Mãe.

Um presente para um triatleta deve, idealmente, ter significado. Os gadgets acabam muitas vezes numa gaveta. Já os objetos ligados a uma corrida importante permanecem.

Um suporte de parede para medalhas permite expor as suas medalhas de triatlo, os seus dorsais, os seus tempos e as suas recordações de corrida. É uma forma simples de transformar uma conquista desportiva numa recordação visível no dia a dia.

Depois de um Ironman ou de um 70.3, a medalha não merece acabar numa caixa. Merece um lugar de destaque.

Na FinisherDisplay, fabricamos expositores de parede pensados para desportistas: triatletas, maratonistas, corredores, ciclistas e finishers de todas as distâncias. Cada suporte permite valorizar as medalhas e os dorsais, com um estilo sóbrio, duradouro e adequado ao universo dos desportos de resistência.

Para o Dia do Pai ou o Dia da Mãe, é uma ideia de presente simples, útil e pessoal para um desportista que já tem todo o equipamento necessário, mas merece ver os seus esforços valorizados.

 

Conclusão: concluir um Ironman é também celebrar o caminho percorrido

Concluir um Ironman ou um 70.3 exige preparação, paciência e uma boa gestão pessoal. É preciso treinar regularmente, testar a alimentação, conhecer o equipamento, gerir o esforço e aceitar os momentos difíceis.

Mas, para além do tempo, este tipo de corrida deixa uma marca. Uma medalha de Ironman ou de 70.3 não é uma simples recordação. Simboliza uma aventura completa, feita de treino, disciplina e superação.

Depois de cruzar a linha de chegada, reserve tempo para celebrar. Pendure a sua medalha, guarde o seu dorsal, anote o seu tempo e mantenha uma recordação visível desse dia.

Porque um finisher não guarda as suas memórias no fundo de uma gaveta.

 

 

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